22/04/2012

Pois sim


Parece que as pessoas tem medo de serem felizes, como se isso fosse um pecado ou uma obscenidade. Bah, grande besteira. O mundo precisa é de pessoas mais felizes mesmo.

Ser feliz não é um estado, é uma condição. Uma filosofia de vida. É atitude. Posicionamento. Condicionamento. É ser em essência, apesar dos dias de tristeza, ansiedade e depressão que sempre acontecem (afinal se opta por ser feliz, não idiota ou alienado).

Há que se entender que a vida, a tão esperada vida, é justamente isso que acontece no dia-a-dia. Os momentos fantásticos, idílicos, poéticos e perfeitos são acréscimos, não finalidade. Se esperarmos tudo ser magicamente resolvido para começar a ser feliz, bom, melhor tentar a vida em Nárnia ou Neverland.


 Só é feliz quem quer.

5 verbalizaram comigo:

Dri Andrade disse...

Concordo amiga, sou uma super defensora de 'querer ser feliz', pois realmente, são poquissimas pessoas que sabem e procuram isso.

Na verdade acredito que o 'medo' de ser feliz vem do fato de que, toda escolha requer uma renúncia, e quase tudo que achamos que nos fará felizes, implica em sacrificar responsabilidades, pois, já pensou em coisa pra nos deixar mais infelizes do que ser 'obrigado ' a algo??? Pois é.

Mas concordo que...

'..O mundo precisa é de pessoas mais felizes mesmo. '

beijos

Jaque disse...

Sabe Thais, eu acredito que cada um atrai o que pensa. Se você tem pensamentos negativos, de medo, de indecisão é isso que terá na sua vida. Então as pessoas que pensam positivo, tem atitude pra fazer acontecer são as mais felizes! Porque não se fazem de vítima da vida, mas sim vão em busca do que querem, porque somos responsáveis pela nossa felicidade, apenas nós!

Um beijO!

Anônimo disse...

Cara blogueira Taís:

Eu estava por responder a seu escrito anterior, mais preciso, mais extenso, com um conteúdo mais pessoal... e você modificou.
Pensei no que você tinha falado respeito da infelicidade das pessoas inteligentes, segundo Hemingway ("Pessoas inteligentes e à vez felizes é a coisa mais esquisita que eu já vi" -desculpe minha tradução pra meu ruim português, mas vc sabe que "mim ser estrangeiro"). Antonio Gramsci tem uma visão parecida com isso respeito dos intelectuais: a posição deles respeito de muitos assuntos acaba na angústia existencial ou finalmente no suicídio. E isso porque na consciéncia da impossibilidade de resolver coisas que não tem solução no curto prazo o intelectual não acha outro caminho. Fale de intelectual ou de alguém inteligente, está falando duma pessoa com consciéncia da realidade, uma realidade que é difícil de ser vista dum jeito esperançado.
Frente a essa visão, o italiano propoe a atitude orientada pela vontade. Agir, preferívelmente em "grupos de vontade" que tentam mudar a realidade como podem. Esse agir ocupa seu tempo e assim eles não conseguem repensar tanto suas ações. Vou pôr um exemplo: você cria um comedor e luta cada dia para dar de comer a 20 crianças (atitude da vontade). Se você começa a pensar que com isso não soluciona o fome do mundo, esse pensamento deixa vc na inércia (possível atitude do intelectual). Ás vezes para agir é melhor não pensar, não ter a atitude "inteligente". Acho que em muitas circunstâncias isso é o que se tem que fazer para decidir ser feliz: só agir e se deixar levar pela ação. É como você diz: viver o dia-a-dia -a felicidade na cotidianeidade- e não esperar um último e final estado de coisas.
Quem sabe não pensar nessas impossibilidades é a chave para ser feliz. Você nao escreveu por aí uma frase de Cocteau que diz: "Não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez"?
Suo caro, devoto e affezzionato amico,
Anônimo.

Gata Lili disse...

Também acho. Pensar positivo também ajuda muito as coisas serem mais bonitas e tranquilas e claro perdoar os inimigos, alivia o coração e deixa a vida mais leve e feliz.Que sejamos muito felizes. Beijos.

Ana disse...

Acho que a culpa é das pessoas que não toleram a felicidade do outro.
Aí vem o medo...
Mas o negócio é ligar o "foda-se"
Kkkk
Beijos!